terça-feira, 5 de outubro de 2010

::::::::::::::COMPLEMENTO DA SEMANA:::::::::::::::

 

PRIMEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO

Aproveitando as aulas sobre o Aquífero Guarani, e reforçando o conteúdo, estou disponibilizando o vídeo apresentado em sala.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

:::::::::EXERCÍCIO VIRTUAL PARA 6º ANO::::::::

 

atenção galera do 6º Ano do Ensino Fundamental, estou disponibilizando um exercício virtual sobre o tema Atmosfera. Estou ainda aperfeiçoando, por isso, qualquer comentário sobre o exercício será válido.  Lembro que é uma oportunidade de testar os seus conhecimentos sobre o assunto atual que vocês estão aprendendo, então divirtam-se. Como ainda está em fase de testes, são apenas cinco questões. O botão index não tem validade. Use a barra de rolagem para ver o restante das opções.

 

 

RETORNO DA SEGUNDA-FEIRA: 04/10/2010

 

SEXTO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL MATUTINO –  APOSTILA ATMOSFERA – pags. 126, 127 e 128.

Nesta segunda-feira os alunos continuaram a conhecer os fatores que influenciam o clima como a maritimidade e a continentalidade. Como a rocha e o líquido se comportam de maneira diferente quando aquecidos pelo sol (a rocha aquece e esfria muito rápido, enquanto o líquido custa a esquentar e demora para esfriar) podemos fazer uma associação com os continentes (rochas) e os oceanos (líquidos). Locais próximos dos oceanos tendem a ter um clima mais constante (equilibrado) pois as massas líquidas (oceanos e mares) amenizam mudanças bruscas de temperatura, influenciando na baixa amplitude térmica (maior temperatura menos menor temperatura). Já para cidades interioranas será a continentalidade o influenciador pois nestas cidades a amplitude térmica é maior, tendo invernos mais rigorosos e verões quentes, além de diferenças grandes entre o dia e a noite.

climascorrentes

Outro assunto visto foi a influência das correntes marítimas. Como visto anteriormente as correntes marítimas estão em todos os oceanos, tendo duas propriedades, quente ou frias. Uma corrente quente, originária da zona intertropical, desloca-se em direção aos polos, do mesmo modo que uma corrente fria, originária dos polos, se desloca para a zona intertropical. Ao fazer este caminho, elas influenciam a temperatura e o clima terrestre. Outro detalhe é que correntes quentes tem maior facilidade de evaporar o que auxilia na formação de chuvas nos oceanos, podendo se dirigir para os continentes. Já uma corrente fria tende a condensar as massas de ar que estão em cima delas “retirando” umidade que se dirigem para os continentes ou mesmo no próprio oceano.

Exercícios concluídos nas páginas 126, 127 e 128 (ainda à corrigir).

 

PRIMEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO – APOSTILA HIDROSFERA – pags 11 e 12

Nesta segunda-feira iniciamos uma atividade de interpretação de textos sobre o Aquífero Guarani. Como proposta, um texto da apostila onde realça as qualidades deste imenso reservatório de água subterrânea e um outro texto de jornal de 2008 afirmando que o aquífero em questão não é tão gigantesco e importante como dizem.

Aquifero-Guarani

 

O objetivo era criar um antagonismo através dos textos, criando condições para que os alunos exercitassem sua crítica. Entretanto nota-se uma certa dependência e  insegurança dos alunos quanto a resolução dos exercícios, o que atrapalhou na finalização das questões (cerca de cinco) por isso, ficamos pendentes para sexta-feira (08/10) sua finalização. Isto vai propiciar também uma chance para os alunos que não estiveram hoje em sala.

 

 

 

TERCEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO – APOSTILA 2 – Frente 3 – pags 81 a 84.

Neste dia discutimos sobre a questão ambiental no mundo e no Brasil.

Apresentamos um histórico do movimento ambientalista, que inicia-se nos países desenvolvidos no final dos anos 60 (influenciados pelos inúmeros movimentos da época) que questiona os impactos ambientais em seus países. greenpeace Nos anos 70 em virtude de uma legislação ambiental mais rigorosa e pela própria pressão da opinião publica, muitas empresas multinacionais “poluentes” se dirigem para os países subdesenvolvidos, inclusive o Brasil. Será no final dos anos 70 e inicio dos anos 80 que começa a criação de movimentos ambientalistas no Brasil. No início dos anos 90 temos a ECO 92 no Rio de Janeiro que serve como primeiro encontro dos países nas discussões ambientais (não surtiu efeito esperado, mas abriu as discussões futuras), bem como a formação das ONG´s e o início dos Fóruns Sociais em contrapartida aos Fóruns Econômicos. Nos anos de 2000  a questão ambiental é foco principal de grandes discussões sobre o desenvolvimento; as grandes empresas já utilizam o ambiente como um fator de influência dos consumidores; há também um maior cuidado dentro das empresas nas questões éticas e de saúde laboral, elementos influenciados pelo “Desenvolvimento Sustentável”

a dsafgsdgr

O Desenvolvimento Sustentável está relacionado a manter os recursos para as gerações futuras, principalmente na questão ambiental, contudo podemos incluir nestes discursos os fatores educacionais, saúde e de proteção seguritária. Utilizamos o exemplo do plástico verde de uma empresa brasileira (atualmente sendo divulgada pela televisão) que poderá substituir o plástico em algumas situações. Como é biodegradável (decompõem rapidamente no ambiente) seria um grande avanço para nosso país. O problema é que ela é originária da cana-de-açúcar que já é utilizada para a produção de açúcar e de etanol, ambos amplamente exportados. Caso a idéia do bioplástico surta efeito poderemos ter problemas no futuro com relação aos preços do açúcar e do etanol para a população (lembre que exportamos os dois produtos, isto quando as empresas não escolhem o produto que melhor preço se apresenta), ou da necessidade de mais áreas agricultáveis para a cana, o que não surpreenderia o avanço para a região amazônica de outros cultivares e criação de gado, “expulsos” pela matriz do bioplásico.movimentos ambientalistas

Foi discutido a modo de vida moderno associado ao consumo que é o principal gerador de impactos ambientais em nosso planeta. Foi mostrado que apesar de sermos os maiores recicladores de alumínio do mundo e que representa ao todo 30% do alumínio produzido no Brasil, isto não é uma garantia que as grandes multinacionais de alumínio deixarão de extrair a bauxita (minério de alumínio) em nosso território (futuras reservas para os países desenvolvidos), anulando a “proposta ambiental” tão explanada na mídia.  A questão da reciclagem do alumínios tem mais impacto no auxílio de renda aos mais pobres do que ser um bastião ambiental.

sábado, 2 de outubro de 2010

::PLANEJAMENTO SEMANAL DE GEOGRAFIA:: ………..PERÍODO: 04/10/2010 a 08/10/2010……….

 

SEXTO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL MATUTINO

 PERÍODO: 04/10/2010 e 08/10/2010

 Figura1

CARACTERÍSTICAS ATMOSFERICAS: Apostila Atmosfera Terrestre – pags.126 a 130  

  1. Continentalidade e Maritimidade;
  2. Correntes Marítimas;
  3. Massas de Ar;
  4. Pressão Atmosférica;

OBJETIVO:

  • Compreender a influência do calor específico dos oceanos e continentes na determinação do clima;
  • Entender a dinâmica das correntes marítimas como fator de influência climática;
  • Conhecer as principais massas de ar;
  • Identificar o funcionamento da pressão atmosférica;

METODOLOGIA:

Aula expositiva dialogada

AVALIAÇÃO:

A avaliação será um processo contínuo de participação e compreensão do aluno no tema proposto, bem como atividades em sala e extra-classe.

 

SEXTO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL VESPERTINO

PERÍODO: 05/10/2010 e 08/10/2010

relevo

CARACTERÍSTICAS ATMOSFERICAS: Apostila Atmosfera Terrestre – pags.126 a 130  

  1. Continentalidade e Maritimidade;
  2. Correntes Marítimas;
  3. Massas de Ar;
  4. Pressão Atmosférica;

OBJETIVO:

  • Compreender a influência do calor específico dos oceanos e continentes na determinação do clima;
  • Entender a dinâmica das correntes marítimas como fator de influência climática;
  • Conhecer as principais massas de ar;
  • Identificar o funcionamento da pressão atmosférica;

METODOLOGIA:

Aula expositiva dialogada

AVALIAÇÃO:

A avaliação será um processo contínuo de participação e compreensão do aluno no tema proposto, bem como atividades em sala e extra-classe.

 

PRIMEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO

PERÍODO: 04/10/2010 e 08/10/2010

rios_voadores_galeria-horiz11

ATENÇÃO: Nesta segunda-feira aplicaremos uma atividade de interpretação de texto (texto impresso e da apostila) sobre o Aquífero Guarani. Ela estava agendada para sexta-feira (01/10), contudo o professor Jason, de inglês, ocupou a aula vaga neste dia.

AQUÍFERO GUARANI E RIOS:  Apostila Hidrosfera, página 11, 12 e 13

  1. Atividade de interpretação de textos;
  2. Características gerais dos rios;
  3. Poluição dos rios;

OBJETIVO:

  • Confrontar textos antagônicos sobre o Aquífero Guarani, incentivando a análise crítica;
  • Caracterizar as principais partes de um rio;
  • Reconhecer os principais focos poluidores dos rios;

METODOLOGIA:

Aplicação de textos interpretativos com questionamentos e aula expositiva dialogada

AVALIAÇÃO:

A avaliação será o resultado obtido pela resolução das questões.

 

SEGUNDO ANO DO ENSINO MÉDIO

PERÍODO: 08/10/2010

energias-renovaveis

ENERGIA:  Apostila Economia e Infraestrutura – pags. 09, 10, 11 e 12 

  1. Fontes renováveis e alternativas de energia

OBJETIVO:

  • Conhecer as principais alternativas energéticas;
  • Entender os impactos gerados pela utilização das fontes renováveis;

METODOLOGIA:

Aula expositiva dialogada (em data show no auditório caso tenha possibilidade)

AVALIAÇÃO:

A avaliação será um processo contínuo de participação e compreensão do aluno no tema proposto, bem como atividades em sala e extra-classe.

 

TERCEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO

PERÍODO: 03/10/2010

esquema2

QUESTÕES AMBIENTAIS: Apostila 2 – Frente 3 – pags. 81 a 87. 

  1. Desequilíbrio ambiental;
  2. Desenvolvimento sustentável;
  3. Problemas Ambientais;

 OBJETIVO:

  • Apresentar a evolução do movimento ambiental no mundo;
  • Entender os parâmetros que norteiam o desenvolvimento sustentável;
  • Compreender os principais problemas ambientais;

METODOLOGIA:

Aula expositiva dialogada;

AVALIAÇÃO:

A avaliação será um processo contínuo de participação e compreensão do aluno no tema proposto, bem como atividades em sala e extra-classe.

:::::::::::::::::::::ECO DO AVENCAL:::::::::::::::::::::::::

 

Nesta sexta-feira (01/10/2010) estivemos em Urubici para conhecer o Eco do Avencal, um local que recepciona visitantes para trilhas e diversas outras atividades. Segue abaixo algumas fotos:

001

Vista de uma parte do Eco do Avencal

 006

Aluna Inácia tendo em suas mão um aracnídeo…

008

Aluna Rafaela aceitou o desafio de “grudar” um anfíbio….

011

Camila foi corajosa e segurou um réptil…

019

Marina e Nicole em momento de distração…

 

030

Lucas, Rafael e Rafaela praticando arvorismo…

 051

Aluno André aguardando a sua descida na tirolesa

053

Adriana (ao fundo), Glorinha (centro) e professor André (de costas) superando desafios…

119 

Este professor que vos escreve e professor André Borges (esquerda).

139

Aguardando a descida da tirolesa, eu, André e Sidney.

domingo, 26 de setembro de 2010

::PLANEJAMENTO SEMANAL DE GEOGRAFIA:: …….….PERÍODO: 27/09/2010 a 01/09/2010…….…

 

SEXTO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL MATUTINO

 PERÍODO: 27/09/2010 e 01/10/2010

ATENÇÃO: Conforme foi informado em sala, os alunos poderão deixar suas anotações da tabela atmosférica na apostila, se não quiserem entregar. Poderá também haver falta de algumas informações, caso os alunos não consigam obter os dados.

Na sexta-feira (01/09/2010) haverá a possibilidade do professor acompanhar algumas turmas em uma saída de campo. Contudo, será deixada atividade para os alunos.

Atmosfera: Pags. 123 a 127

  1. Latitude
  2. Altitude
  3. Maritimidade e Continentalidade
  4. Correntes Marítimas

OBJETIVO:

  • Perceber a influência de fatores geográficos na determinação do clima;

METODOLOGIA:

Aula expositiva com aplicação de exercícios;

AVALIAÇÃO:

A avaliação será um processo contínuo de participação e compreensão do aluno no tema proposto, bem como atividades em sala e extra-classe.

 

SEXTO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL VESPERTINO

PERÍODO: 28/09/2010 e 01/10/2010

ATENÇÃO: Conforme foi informado em sala, os alunos poderão deixar suas anotações da tabela atmosférica na apostila, se não quiserem entregar. Poderá também haver falta de algumas informações, caso os alunos não consigam obter os dados.

Na sexta-feira (01/09/2010) haverá a possibilidade do professor acompanhar algumas turmas em uma saída de campo. Contudo, será deixada atividade para os alunos.

Atmosfera: Pags. 123 a 125

  1. Latitude
  2. Altitude

OBJETIVO:

  • Perceber a influência de fatores geográficos na determinação do clima;

METODOLOGIA:

Aula expositiva com aplicação de exercícios;

AVALIAÇÃO:

A avaliação será um processo contínuo de participação e compreensão do aluno no tema proposto, bem como atividades em sala e extra-classe.aaa

 

PRIMEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO

PERÍODO: 27/09/2010 e 01/10/2010

ATENÇÃO: Na sexta-feira (01/09/2010) haverá a possibilidade do professor acompanhar algumas turmas em uma saída de campo. Contudo, será deixada atividade para os alunos.

Hidrosfera: – Pag. 11 e 12 

  1. Aquífero Guarani

OBJETIVO:

  • Conhecer uma das maiores reservas de água subterrânea do mundo;
  • Perceber a importância deste aquífero para os países do Cone Sul;

METODOLOGIA:

Aula expositiva com apresentação de data show.

AVALIAÇÃO:

A avaliação será uma atividade de interpretação de texto para ser efetuada em sala.

 

SEGUNDO ANO DO ENSINO MÉDIO

PERÍODO: 01/10/2010

ATENÇÃO: Na sexta-feira (01/09/2010) haverá a possibilidade do professor acompanhar algumas turmas em uma saída de campo. Contudo, será deixada atividade para os alunos.

Energia: Pags 3 a 7. 

  1. Fontes energéticas não-renováveis;

OBJETIVO:

  • Relacionar no espaço geográfico atual as principais questões energéticas dos não-renováveis;

METODOLOGIA:

Interpretação de texto;

AVALIAÇÃO:

A avaliação será a aplicação de questões sobre o texto (ainda indefinido);

 

TERCEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO

PERÍODO: 27/09/2010

ATENÇÃO: Segunda-feira será o dia da apresentação sobre a temática água no auditório. Lembro que os alunos devem “testar” seus vídeos, apresentações em data show e, principalmente, verificar se todo o material está em ordem. Temos duas aulas – estimando apresentações de 15 minutos – para concluir o assunto.

Hidrosfera:

  1. Apresentação de textos em grupos sobre o assunto hidrosfera;

OBJETIVO:

  • Demonstrar conhecimento sobre o tema proposto;
  • Reforçar conteúdo anteriormente estudado;
  • Incentivar a pesquisa em grupo;
  • Desenvolver técnicas de apresentação;

METODOLOGIA:

Atividade em grupo com apresentação;

AVALIAÇÃO:

A capacidade dos alunos de trabalharem em grupo, o domínio do assunto solicitado e a apresentação em si, serão os critérios avaliados.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

RETORNO DA SEXTA-FEIRA: 24/09/2010

 

SEXTO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL MATUTINO – APOSTILA ATMOSFERA – Pags. 117 a 122.

ATENÇÃO: Conforme conversado em sala, os alunos não necessitarão de completar a tabela meteorológica. Ela poderá apresentar algumas faltas (temperaturas mínima ou máxima, consequentemente a amplitude térmica), outro detalhe é que a obrigação de entrega para o professor deixará de existir, podendo o aluno registrar em sua apostila para futura observação.

Hoje nos concentramos em discutir a importância das previsões meteorológicas. Iniciamos com a sabedoria popular, como exemplo, o professor citou alguns indivíduos que alegam sentirem dores em partes do corpo quando está vindo um vento sul. A própria apostila ilustra o caso do sal e do “galinho que muda de cor” de acordo com a umidade.

PREVIS1

A TECNOLOGIA  AUXILIA EM PREVISÕES MAIS PROLONGADAS DO TEMPO. ATUALMENTE, A POSSIBILIDADE DE ACERTO É DE 75% PARA TRÊS MESES. UMA MARGEM CONSIDERAVEL, LEVANDO EM CONTA A NECESSIDADE DE SUPERCOMPUTADORES QUE CHEGAM A 256 BILHÕES DE CALCULOS POR SEGUNDO.

Foi enfatizado a questão da moderna meteorologia ser utilizada pela sociedade para prevenções do tempo, como a agricultura na proteção das plantas. Foi dito para os alunos que as previsões meteorológicas cada vez mais se aperfeiçoam aumentando o “espaço de previsibilidade”, mesmo assim, o tempo atmosférico ainda cria surpresas, principalmente em situações superiores a três meses.

Foi concluído o exercício da página 122.

 

SEXTO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL VESPERTINO – APOSTILA ATMOSFERA – Pags. 117 a 122.

ATENÇÃO: Conforme conversado em sala, os alunos não necessitarão de completar a tabela meteorológica. Ela poderá apresentar algumas faltas (temperaturas mínima ou máxima, consequentemente a amplitude térmica), outro detalhe é que a obrigação de entrega para o professor deixará de existir, podendo o aluno registrar em sua apostila para futura observação.

Na terça-feira foram discutidos o tema temperatura (máxima, mínima, amplitude térmica e média), também foi apresentado a atividade da tabela meteorológica.

Nesta sexta-feira foi discutido a meteorologia nos meios de comunicação e a importância das previsões meteorológicas. Começamos com a sabedoria popular na previsão do tempo, onde os alunos fizeram a leitura de pequenos textos como a utilização das correntes de ar quento por pássaros como os urubus, podendo representar em alguns casos o indício de chuva. A coroa em torno da Lua ou um arco-íris ao redor do Sol, como presença de umidade em altas altitudes. Foi explicado que a luz solar (branca, sendo uma junção de cores) ao deparar com uma grande quantidade de umidade na atmosfera, “quebra-se” em cores, criando arco-íris ou a coroa citada no texto.Picture 002

ESTRAGO RESULTADO DA AÇÃO DO GRANIZO EM UMA MACIEIRA. ESTE É APENAS UM EXEMPLO DO QUE PODE OCORRER COM INUMERAS PLANTAÇÕES DEVIDO A AÇÃO DOS FENÔMENOS METEOROLÓGICOS. POR ISSO A NECESSIDADE DE UTILIZAR A TECNOLOGIA PARA ANTECIPAR POSSIVEIS CATÁSTROFES ATMOSFÉRICOS.

Outro assunto que foi discutido foram previsões atmosféricas dos dias de hoje, com muito mais tecnologia, auxiliando diversos setores da economia. Foi citado o exemplo da agricultura, no caso específico das maças em Santa Catarina, onde plantadores desta fruta importaram radar russo de detecção dee granizo. Quando apresentava um risco os agricultores podiam pulverizar as nuvens com iodeto de prata ou lançar foguetes com este mesmo produto, (Foi dito para os alunos que se utilizava tambem sal, contudo o mais correto seria o iodeto de prata). Mesmo empresas de cinema podem utilizar a meteorologia em caso de filmagens externas, entre outras atividades.

Foram feitos os exercícios da páginas 119 e 122.

 

PRIMEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO – APOSTILA HIDROSFERA – Pags. 10 a 12

O tema de hoje foram águas subterrâneas. A maior parte da água que consumimos no planeta vem de reservas hídricas subterrâneas. As águas subterrâneas são divididas em lençóis freáticos  (menores profundidades) e aquíferos (maiores profundidades); a partir das precipitações a água apresenta dois comportamentos, inicialmente as moléculas de água aderem as partículas do solo e quando esse processo está completo a gravidade entra em ação na penetração da água no solo e em rochas seja pelas fraturas, rachaduras ou pela porosidade de rochas sedimentares.

água subterranea As águas subterrâneas não são rios embaixo do solo e sim agua percolada entre os poros ou fraturas de rochas. A medida que e água avança sob a rochas ela sofre um processo de “limpeza” como num filtro desses antigos, por isso ser a melhor água para consumo. Para cada 30 metros de avanço no subsolo a temperatura da água aumento 1 grau geotérmico, por isso em alguns lugares a água aflora em forma termal como Santo Amaro da Imperatriz e Caldas da Imperatriz (lembrado pelos alunos).

O abuso no consumo das águas vem gerando problemas em alguns lugares do mundo, já que a reposição em aquíferos geralmente exige um tempo consideravel, bem como a poluição. Foi lembrado que na Cidade do México a intensa exploração vem causando o rebaixamento da cidade, pois ao retirar a água, sobram espaços vazios, forçando o assentamento do terreno. Em tempo, a Cidade do México possui aproximadamente 20 milhões de habitantes ao seu redor.fig9

A CONTAMINAÇÃO DOS AQUÍFEROS SE FAZ DE DIVERSAS MANEIRAS, ATRAVÉS DE PESTICIDAS E FERTILIZANTES NO CAMPO, EM PRODUTOS QUÍMICOS E REJEITOS NÃO TRATADOS PELA INDÚSTRIA, PELOS LIXÕES, POLUENTES URBANOS, CHUVA ÁCIDA, FOSSAS SÉPTICAS E ATÉ A EXTRAÇÃO EM LARGA ESCALA, QUE DEPENDO DO LOCAL PODE PERMITIR A MIGRAÇÃO DE ÁGUA SALGADA, TORNANDO-A SALOBRA.

 

Por último foi explicado que o Aquífero Guarani se formou a 190 milhões de anos quando num período mais seco (desértico) as areias foram cobertas por derramento de lavas (rocha magmática extrusiva) quando da separação da América do Sul e da África. Lembrando que embaixo desta areia já existia rochas ígneas. A compressão desta areia originou o Arenito Botucatu, uma rocha sedimentar com grande capacidade de armazenamento de água. Nestes movimentos tectônicos de separação houve um arqueamento da Bacia do Parana onde apenas as partes extremas ficaram expostas (rocha aflorada) onde as chuvas tratavam de carregar o aquífero (tambem atraves de rachaduras ou fissuras no meio da Bacia).

aquifero-guarani1

 

O AQUÍFERO GUARANI ESTÁ PRESENTE EM QUATRO PAÍSES (BRASIL, PARAGUAI, URUGUAI E ARGENTINA) SENDO MUITO IMPORTANTE O SEU CORRETO APROVEITAMENTO. CERCA DE 2/3 ESTÃO CONCENTRADOS NO BRASIL ONDE TAMBEM É CHAMADO DE BOTUCATU.

A DESPEITO DA GRANDE QUANTIDADE DE ÁGUA DISPONÍVEL NO PAÍS (MESMO ESTANDO CONCENTRADA PRINCIPALMENTE NO NORTE DO BRASIL, LONGE DOS GRANDES CENTROS URBANOS) É DE VITAL IMPORTÂNCIA QUE SEJA CRIADO UM PROGRAMA DE APROVEITAMENTO CORRETO DESTA RIQUEZA PARA EVITAR PRINCIPALMENTE A SUA CONTAMINAÇÃO POIS ESTÁ LOCALIZADO EM ÁREAS DE INTENSA AGRICULTURA.

 

SEGUNDO ANO DO ENSINO MÉDIO – APOSTILA ENERGIA – Pags 2 a 7.

ATENÇÃO: Ainda estou aguardando a chegada da atividade da apostila EUA e Japão. Os alunos que não entregaram terão até domingo para enviar por e-mail, por favor não esqueçam.

images (1) Em apresentação de power point no auditório o tema desta sexta-feira foi as fontes energéticas não-renováveis, como o carvão, petróleo, gás natural e nuclear.

Foi enfatizado que o carvão se forma em antigos lagos ou pântanos (rodeados de vegetação) da Era Paleozóica, os restos de folhas, galhos e até árvores vão sendo recobertos por sedimentos (areias, argila, etc) no fundo aquático, que sob pressão (devido a novos sedimentos em cima)geram uma rocha sedimentar. Quanto mais tempo de “maturação” melhor o carvão fica, podendo ser dividido em turfa, linhito, hulha e antracito (com 90% de carbono). O carvão foi a matriz energética da primeira revolução industrial.

O petróleo é a fonte energética da segunda revolução industrial, que por sua facilidade de armazenamento e transporte aliado aos inúmeros produtos que pode gerar, tornou-se onipresente no mundo, apesar dos intensos conflitos que gera, pois grande parte desta riqueza está em países subdesenvolvidos ou “não tão democráticos”.

O petróleo se formou a milhões de anos em fundos oceânicos com a mistura de plâctons e outros seres vivos com os sedimentos, que através de pressão tambem formou uma rocha sedimentar ou geradora (esta questão esteve presente no simuladão do Dom Bosco). Como é mais leve o óleo fica na parte superior ou mesmo migra para outros locais. O gás natural também foi incluído pois tambem ele é um produto deste mesmo sistema.fontes-59

 

O LANÇAMENTO DE CO2 É UM DOS GRANDES PROBLEMAS NA QUESTÃO DO USO DE CARVÃO, DO PETRÓLEO E ATÉ MESMO DO GÁS NATURAL (APESAR DE SER MENOS POLUENTE).

 

 

Já a fusão ou fissão nuclear apesar de “perigoso” hoje é muito utilizado na Europa, EUA e Japão, com as novas tecnologias a segurança está mais aperfeiçoada, evitando os acontecimentos nos anos 80 de Chernobyl, na antiga URSS.

Para finalizar, os problemas dos não-renováveis não se restringe apenas no seu esgotamento e sim nos problemas ambientais que geram como: lançamento de CO2, envenenamento do solo, das águas, vazamentos, rejeitos radioativos, entre outros.