sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ANUAIS DO ENSINO MÉDIO
4.1.: PRIMEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO
4.1.1. - 1º Trimestre
4.1.1.1. Ciência geográfica.
4.1.1.2. Origem e movimentos do planeta Terra.
4.1.1.3. Orientação no espaço.
4.1.1.4. Fusos horários.
4.1.1.5. Cartografia.
4.1.2. - 2º Trimestre
4.1.2.1. Litosfera e evolução geológica da Terra.
4.1.2.2. Relevo terrestre.
4.1.3. - 3º Trimestre
4.1.3.1. Hidrosfera.
4.1.3.2. Atmosfera Terrestre.
4.1.3.3. Fitogeografia Terrestre.
4.2.: SEGUNDO ANO DO ENSINO MÉDIO
4.2.1. - 1º Trimestre
4.2.1.1. População.
4.2.1.2. Espaço Rural.
4.2.1.3. Espaço Urbano.
4.2.2 - 2º Trimestre
4.2.2.1. Energia no Mundo e no Brasil.
4.2.2.2. Transportes e Telecomunicações no Brasil e no Mundo.
4.2.2.3. Comércio Internacional e do Brasil.
4.2.2.4. Capitalismo.
4.2.3 - 3º Trimestre
4.2.3.1. Mundo Bipolar e Guerra Fria.
4.2.3.2. Nova Ordem Mundial.
4.2.3.3. Mundo Sem Fronteiras.
4.2.3.4. Formação e Organização do Espaço Brasileiro.
4.2.3.5. Geopolítica do Brasil.
4.2.3.6. Questões Ambientais.
4.3.: TERCEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO
4.3.1 - 1º Trimestre
4.3.1.01. Conhecendo o espaço geográfico.
4.3.1.02. Linguagem cartográfica.
4.3.1.03. Dinâmica terrestre – do universo às formações geológicas.
4.3.1.04. Recursos minerais e energéticos.
4.3.1.05. O papel da Geografia na integração nacional.
4.3.1.06. Importância da Cartografia.
4.3.1.07. Relevo brasileiro e suas paisagens.
4.3.1.08. Recursos naturais e energéticos.
4.3.1.09. Importância da Geopolítica.
4.3.1.10. Fronteiras físicas ou secas?
4.3.1.11. Políticas energéticas e futuro.
4.3.1.12. Diversas faces da política internacional.
4.3.2 - 2º Trimestre
4.3.2.01. Clima.
4.3.2.02. Domínios morfoclimáticos e suas riquezas.
4.3.2.03. Água.
4.3.2.04. Das cavernas às megalópoles.
4.3.2.05. Dinâmica climática no Brasil.
4.3.2.06. Domínios morfoclimáticos.
4.3.2.07. Diversidade das águas no Brasil.
4.3.2.08. Processo de urbanização brasileira.
4.3.2.09. Clima e política, o que eles têm em comum?
4.3.2.10. Cidades cosmopolitas e questões ambientais.
4.3.2.11. Respeitando as diferenças.
4.3.2.12. Globalização ou Mundialização.
4.3.3 - 3º Trimestre
4.3.3.01. População – cabe tanta gente no planeta?
4.3.3.02. Processo agrícola no mundo.
4.3.3.03. Industrialização – dependemos dela?
4.3.3.04. Desigualdades socioambientais e econômicas.
4.3.3.05. População brasileira e suas características.
4.3.3.06. Sistema agrícola no Brasil.
4.3.3.07. Dinâmica industrial brasileira.
4.3.3.08. Papel do Brasil nas dinâmicas mundiais.
4.3.3.09. Economia globalizada – fluxos do comércio global.
4.3.3.10. Blocos econômicos e a nova ordem mundial.
4.3.3.11. Papel da Guerra Fria na configuração mundial atual.
4.3.3.12. Configurações sociais e políticas –quais são as suas relações?
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ANUAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL MATUTINO
4.1.: 6° ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL MATUTINO
4.1.1 - 1º Trimestre
4.1.1.1. Composição de Uma Paisagem.
4.1.1.2. Viagem pelo Espaço.
4.1.1.3. Mapas: Auxilio aos Navegantes.
4.1.1.4. Grandes Transformações.
4.1.2 - 2º Trimestre
4.1.2.1. A Força da Natureza.
4.1.2.2. Terra: Planeta Água.
4.1.2.3. Atmosfera Terrestre.
4.1.2.4. O Ar em Movimento.
4.1.3 - 3º Trimestre
4.1.3.1. Influência do Clima na Vegetação.
4.1.3.2. Espaço Rural.
4.1.3.3. Espaço Urbano.
4.1.3.4. Atividades Econômicas no Espaço Urbano.
4.2.: 7° ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL MATUTINO
4.2.1 - 1º Trimestre
4.2.1.1. Representação do Espaço Brasileiro.
4.2.1.2. Divisão do Território Brasileiro: Proposta (IBGE - Geoeconômica).
4.2.1.3. Distribuição Populacional.
4.2.1.4. Formação do Povo Brasileiro.
4.2.2 - 2º Trimestre
4.2.2.1. Formas do Relevo Brasileiro.
4.2.2.2. Hidrografia Brasileira.
4.2.2.3. Tipos Climáticos e Cobertura Vegetal do Brasil.
4.2.2.4. Agronegócios no Brasil.
4.2.2.5. Relações de Interdependência Socioeconômica (campo/cidade).
4.2.3 - 3º Trimestre
4.2.3.1. Dinâmica Industrial no Brasil.
4.2.3.2. Os Indicadores Socioeconômicos e políticos do Brasil.
4.2.3.3. Urbanização.
4.2.3.4. Fluxos de Pessoas e Mercadorias.
4.2.3.5. Recursos Energéticos.
4.3.: 8° ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL MATUTINO
4.3.1 - 1º Trimestre
4.3.1.1. Subdivisão Física e Histórica dos Continentes.
4.3.1.2. Subdivisão Econômica dos Continentes.
4.3.1.3. Globalização.
4.3.1.4. Continente Europeu.
4.3.2 - 2º Trimestre
4.3.2.1. Aspectos Econômicos e Sociais da Europa.
4.3.2.2. Rússia.
4.3.2.3. Espaço Asiático.
4.3.2.4. Aspectos Populacionais da Ásia.
4.3.3 - 3º Trimestre
4.3.3.1. China e Índia.
4.3.3.2. Aspectos Econômicos da Ásia.
4.3.3.3. Aspectos Socioeconômicos e Políticos (Tigres Asiáticos – Japão).
4.3.3.4. Aspectos Socioeconômicos e Políticos do Oriente Médio.
4.4.: 9° ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL MATUTINO
4.4.1 - 1º Trimestre
4.4.1.1. Aspectos Físicos e Econômicos da América.
4.4.1.2. Estados Unidos da América: Aspectos Físicos.
4.4.1.3. Estados Unidos da América: Aspectos Populacionais.
4.4.1.4. Estados Unidos da América: Aspectos Econômicos e Sociais.
4.4.1.5. Canadá: Aspectos Físicos, Econômicos e Sociais.
4.4.2 - 2º Trimestre
4.4.2.1. América Latina: O Caso do México.
4.4.2.2. América Central: Aspectos Físicos, Populacionais e Socioeconômicos.
4.4.2.3. América do Sul: Aspectos Físicos, Populacionais e Socioeconômicos.
4.4.2.4. Continente Africano: Aspectos Físicos.
4.4.2.5. Continente Africano: Aspectos Históricos.
4.4.3 - 3º Trimestre
4.4.3.1. Continente Africano: Aspectos Populacionais e Indicadores Sociais.
4.4.3.2. Continente Africano: Contrastes Regionais.
4.4.3.3. Oceania: Aspectos Físicos, Populacionais e Econômicos.
4.4.3.4. Os Fluxos de Bens, Serviços, Informações e Pessoas na Globalização.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
………………………VOLTA ÀS AULAS…….………………..
NA VOLTA ÀS AULAS, TEENS RELUTAM EM LARGAR A INTERNET E IR PARA A CAMA
URI DE CASTRO TÔRRES – FONTE: FOLHA DE SÃO PAULO.
Com poucas variações, a história é a mesma. "Pareço um zumbi", "É difícil voltar à rotina", "Dormia às 5h e acordava às 13h" etc. É, voltar ao ritmo escolar, com intermináveis aulas que começam antes das 8h, enquanto o dia brilha lá fora e sua cama chama, não é mole. Mas quem são os inimigos da rotina saudável de sono dos teens? A resposta é fácil: a internet, o celular e, é claro, a internet no celular.
"Essa geração está cada vez mais conectada", diz Silvana Leporace, coordenadora de orientação educacional do colégio Dante Alighieri. "Dormem com o celular ao lado e ficam trocando mensagens com os amigos." Para Cristiano Nabuco, coordenador do programa de dependentes de internet do Instituto de Psiquiatria da USP, "os adolescentes espirram do controle dos pais." "Eles não dormem, a internet é um apelo muito forte."
Segundo Silvana, isso atrapalha o aprendizado, pois a fixação do conteúdo ocorre durante o sono.
Matheus Monteiro, 17, de Santos (SP), por exemplo, é um madrugador confesso. "Nas férias, ia até as 6h fácil, fácil", conta. Como é professor de informática, o garoto passa horas fuçando novas ferramentas on-line. Como agora tem de pular da cama às 6h30 da madrugada, demora a acordar "de verdade". É a mesma situação de Guilherme Bighetti, 16, de São Paulo, que "zumbiza" durante as primeiras aulas do dia. "Tenho que jogar água gelada na cara." A técnica para disfarçar as olheiras é a maquiagem, e a estratégia para espantar os bocejos é música alta no caminho para a escola. Ainda assim, eles dificilmente escapam de um cochilo em aula.
Também é comum tentar compensar, aos sábados e domingos, as horas de sono perdidas. É quando os teens "hibernam". Stefanie Egedy, 15, dorme até depois do almoço. "Vale a pena", atesta. "Sento em frente ao computador e esqueço da vida, nem vejo o tempo passar", diz Brenda Amanda, 16. A impressão do tempo "voar" faz sentido do ponto de vista científico. Segundo Nabuco, o córtex pré-frontal, parte do cérebro que controla os impulsos e é sede da razão e do conhecimento, ainda não é totalmente desenvolvido nos adolescentes. Por isso, de acordo com o médico, é mais difícil saber a hora de desconectar e ir contar carneirinhos para dormir no mundo real.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
ECOSSISTEMA MARINHO, AÇÃOANTRÓPICA ………………………………..LIXO…….………………..……….
Fonte: Leituras da História
Lixo á vista!
Sopão plástico forma densa ilha de resíduos no Pacifico Norte e a culpa é da própria Humanidade
Por Morgana Gomes
Praia repleta de lixo plástico após um dia de ressaca
Entre outros produtos criados pelo homem, o plástico que é encontrado em lugares pouco comuns, faz parte da revolução do mundo moderno. Mas, apesar desse aspecto, quando ele é constituído por material polimérico-sintético, que não se biodegrada, seus pedaços apenas se desintegram em pequenos fragmentos, que conservam os polímeros (compostos químicos que contêm elementos tóxicos) em proporção relativa e quantidade absoluta que, por sua vez, contaminam o meio-ambiente. Talvez, essa informação seja nova, mas todos nós sabemos que grandes quantidades de resíduos, provenientes de centros urbanos, chegam aos oceanos diariamente. Para constatar essa informação, basta caminhar por uma praia após um dia de ressaca e observar o lixo acumulado na areia. No entanto, quando os resíduos não são expelidos pelo mar, eles bóiam de acordo com as correntes marítimas, se aglomeram e formam uma enorme camada flutuante, principalmente de plástico, que funciona como uma esponja que concentra grande quantidade de Poluentes Orgânicos Persistentes de (POPs), caso da Grande Mancha de Lixo do Pacífico Norte que interfere no ecossistema, pois qualquer peixe ou animal marinho que se alimenta na região, ingere altos índices de toxinas que, de forma direta ou indireta, também acabam sendo introduzidos na cadeia alimentar humana.
Aglomerado de lixo visto de dentro do oceano
Pássaro marinho tenta se alimentar de uma garrafa plástica (ao lado)
Com pouco fitoplâncton disponível, animais marinhos ingerem pedaços de plástico e se intoxicam (abaixo)
Albatroz em decomposição, com pedaço de plástico em perfeito estado, sobre o que seria seu estômago (direita)
Como a Grande Mancha de Lixo do Pacifico Norte vem se formando desde que o plástico passou a ser utilizado pelo homem, pedaços do material que ainda não se desintegraram, se concentram na coluna de água superior, enquanto pequenos fragmentos e minúsculas partículas ficam, parcialmente, submergidos na base do redemoinho de resíduos. Esse amontoado de lixo atrai peixes, aves e animais marinhos que acabam se alimentando de uma boa concentração de polímeros porque, segundo estudos realizados por diversos pesquisadores, incluindo o próprio Moore, há seis vezes mais plástico nessa parte do oceano do que fitoplâncton, que é a base da cadeia alimentar marinha. Em consequência, pelo menos 267 espécies marinhas que habitam o Giro do Pacífico Norte são afetadas de um modo ou outro pelos detritos plásticos. Esse fato já foi averiguado e comprovado por pesquisadores do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente que, ainda concluíram que o impacto devastador da ação humana sobre os oceanos é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinhas, sem contar tartarugas, tubarões e centenas de espécies de peixes que, ao ingerirem resíduos plásticos, quando não se sufocam com os maiores pedaços, passam a sofrer de perturbações hormonais, orgânicas e até estruturais. Diante desse quadro, considerando que os vestígios deixados pelos homens sempre revelaram a história da Humanidade, fica uma pergunta que visa à reflexão: o que será contado sobre nós daqui a alguns séculos?
O rejeito colorido custa muito a degradar
Sobre a designação “ilha” de lixo
Considerando que há cinco grandes giros subtropicais nos oceanos Pacífico Norte, Pacífico Sul, Atlântico Norte, Atlântico Sul e Índico, é quase certo que novas zonas de acúmulo de resíduos plástico surgirão nos próximos anos, tanto que já foi constatado que há indícios de uma nova formação no Oceano Indico. Contudo, chamar tais concentrações de lixo plástico de “ilha”, não é a forma mais correta de se referir ao evento. Essa designação foi cunhada apenas para chamar a atenção da grande massa. As manchas de lixo deveriam ser nomeadas de sopão plástico porque, na verdade, os resíduos não se condensam; eles somente se fragmentam e se acumulam, devido à atração exercida pelos giros, porém permanecem espalhados uma espécie de concentração que, por vez, fica presa as correntes em forma de redemoinho. Se, realmente, eles formassem ilhas, mesmo que a um alto custo, seria possível limpar os oceanos. Por enquanto, a melhor forma de minimizar o problema, é o descarte correto do lixo plástico - de preferência longe das margens dos rios, dos mangues e até do mar -, a reciclagem do material em alta escala, a substituição gradativa do mesmo e até o simples recolhimento dos destroços que chegam à praia, para evitar a volta dos resíduos ao mar.
Mapa dos cinco grandes giros subtropicais dos oceanos
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
………….Amazônia, Secas, Emissão de CO2……………
São Paulo, sexta-feira, 04 de fevereiro de 2011 – Folha de São Paulo - Ciência
Amazônia teve pior seca em cem anos. Árvores mortas pela seca de 2010 podem liberar quantidade de CO2 semelhante às emissões dos EUA, diz estudo. Até agora, seca de 2005 tinha sido a pior;
SABINE RIGHETTI
DE SÃO PAULO
A seca de 2010 da Amazônia foi a pior dos últimos cem anos. E a quantidade de CO2 emitido pelas árvores mortas pode ser parecida com as emissões dos EUA. As constatações são de estudiosos britânicos (da Universidade de Leeds) e brasileiros, do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia). Eles publicaram um artigo na revista "Science". O grupo de pesquisadores, liderado pelo britânico Simon Lewis, mostrou que a seca de 2010 foi mais intensa e afetou uma área maior que a estiagem de 2005 -até então considerada recorde em várias décadas. No ano passado, uma área de 3 milhões km2 foi atingida pela estiagem, contra 1,9 milhão km2 em 2005. Os cientistas fizeram um cálculo do desvio da média de chuvas comuns nas estações secas da Amazônia (chamado de desvio padrão). "A intensidade da seca foi maior em 2010 em relação à média", explica o biólogo Paulo Brando, do Ipam, um dos autores do trabalho.
A segunda parte do estudo, explica ele, verificou quais as consequências dessa seca do ponto de vista dos estoques de carbono. Aí vem a outra má notícia: com as secas, a floresta emitirá mais CO2 do que absorverá. Os pesquisadores relacionaram os dados de seca de 2010 com o crescimento das árvores (a partir de dados de campo coletados em 2005). A conclusão foi que a seca do ano passado pode emitir 5 bilhões de toneladas de CO2 para a atmosfera em 2010 e nos próximos anos. Isso não acontece de uma vez, já que a decomposição das árvores mortas é um processo lento. Para se ter uma ideia do que isso significa: a emissão da queima de combustíveis fósseis dos EUA é de 5,4 bilhões de toneladas por ano. Em condições "normais", estima-se que a Amazônia absorva 1,5 bilhão de toneladas de CO2 da atmosfera.
"A seca de 2010 talvez tenha matado as árvores que já estavam vulneráveis por causa de 2005", explica Brando. "Pode ser que a floresta se recupere, mas ainda não fomos para campo medir. Ainda temos muito trabalho de campo pela frente", diz. Para o climatologista José Marengo, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), é preciso analisar os dados com cuidado.
"Reduzimos o desmatamento em cinco anos, mas um fenômeno natural deixou nossa absorção de CO2 na estaca zero. Se esses cálculos não forem bem interpretados, poderão ser usados a favor do desmatamento", diz. Marengo e sua equipe já mostraram que a seca de 2010 reduziu mais os níveis dos rios amazônicos que a estiagem anterior, de 2005.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
……………..…...PROJETO DE ALERTA ………………....………….PARA CATÁSTROFES NO BRASIL…………..
FONTE: WWW.G1.COM.BR
OS PROJETOS DE ALERTA DE CATÁSTROFES SÃO COMUNS EM ALGUMAS PARTES DO MUNDO, PRINCIPALMENTE COM RELAÇÃO A FURACÕES (TUFÕES), TORNADOS, MAREMOTOS (TSUNAMIS). A IDEIA NO BRASIL SERIA DESENVOLVER UM SISTEMA DE ALERTA RELACIONADO A ENCHENTES. ESPERAMOS QUE ESTE PROJETO SE TORNE REALIDADE E NÃO APENAS MAIS UM PROJETO-SONHO.






