sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

RETORNO DA SEMANA – PRIMEIRA SEMANA!

 

Em uma semana de volta às aulas e com novidades no colégio, como o prédio novo, parece que os conhecidos estão se vendo pela primeira vez, tudo parece estranho, em um ritmo lento, quase parando. Novas caras, novos amigos, novos professores!  Sejam todos bem-vindos!

A resposta dos alunos nesta primeira semana foi muito boa. Alunos atentos e até mesmo participativos, o que deixou uma ótima impressão. Espero sinceramente que este ritmo continue para deslancharmos neste novo ano letivo.

A grande novidade, para este professor, foram as novas salas, muito amplas e com uma configuração que privilegia a largura em vez da profundidade, o que facilita no trato em grupos grandes de alunos.

Para não perder o costume, estou postando um pequeno retorno da semana com os assuntos aplicados.

 

paisagem-1

SEXTO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL MATUTINO – APOSTILA 1 – Composição de uma paisagem – pags 1 e 2.

ATENÇÃO: Alunos, não esqueçam do término da planta baixa da sala. Por enquanto não utilizaremos o Atlas, por isso deixem em casa para evitar peso desnecessário.

Foram aplicados os exercícios da página 2 (exercício 1 letras A e B).

Nesta rápida semana trabalhamos as páginas 1 e 2 com o tema “Composição de uma Paisagem”. Foi solicitado aos alunos que trouxessem uma imagem que representasse para eles uma paisagem. Em geral, os alunos interpretaram a paisagem como algo com apenas elementos naturais, como vegetação, cachoeiras, campos naturais, em suma, algo belo. Contudo, foi demonstrado que paisagem é aquilo que nossa visão alcança, independente se os elementos são naturais ou culturais (humanizados). Os alunos conheceram o conceito de Lugar na Geografia (é o espaço onde transcorre nosso dia-a-dia, onde temos uma relação sentimental) como nossa casa, escola, bairro, entre outros.

Na sexta-feira aproveitamos para iniciar a “Sexta da Cartografia”, que será um dia no qual fugiremos um pouco da apostila e nos dedicaremos a produção de mapas ou conceitos relacionados a cartografia. Os alunos foram “desafiados” a produzirem um planta baixa da sala de aula. Infelizmente o tempo não permitiu o término, ficando para a próxima sexta.

Brastra

SÉTIMO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL MATUTINO – APOSTILA  1 – Identidade do Brasil – pags. 1 a 3.

ATENÇÃO: Temos deveres na página 4. Não esqueçam do Atlas.

Foram aplicados os exercícios da página 2 (dirigido pelo professor) e 3.

Iniciamos com a imagem da página 1 da apostila que mostra a “carteira de identidade do Brasil”, claro, uma brincadeira, mas que aproveitamos para iniciarmos uma tempestade de idéias. Onde constava assinatura da carteira, estava escrito República Federativa do Brasil. Foi explicado que república é uma forma de governo na qual o povo é soberano (os alunos também conheceram outras formas como a monarquia e a ditadura) e que federação resulta da união de vários estados submetidos a um governo central.

continentes

OITAVO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL MATUTINO- APOSTILA 1 – O espaço mundial – pags. 3 a 9.

ATENÇÃO: Deveres nas páginas 9, 10 e 11.

Mesmo sendo a primeira semana ela foi muito produtiva. Foi iniciado o tema regionalização (delimitação de uma área com características próximas). Trabalhamos a regionalização a partir de critérios naturais, como a configuração atual dos continentes, desde a Pangéia. Detalhamos informações sobre cada continente e discutimos o eurocentrismo (visão de mundo do europeu como colonizador).

Vimos uma regionalização histórica dos continentes em Velho, Novo e Novíssimo Mundo, além da Antártica.

america_fisico

NONO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL MATUTINO – APOSTILA 1 – Soy Loco por ti América – pags 1 a 3.

Esta primeira apostila foca o continente americano, então começamos pela localização nos sentidos norte, sul, leste e oeste e resgatamos alguns conceitos de coordenadas geográficas. Os alunos demonstraram conhecimento no assunto e muita participação, algo importante para todos.

Apresentamos a configuração física da América, principalmente a Cordilheira dos Andes, as Montanhas Rochosas e sua formação a partir do deslocamento de placas. Interpretamos o mapa da página 3 com a identificação das cores como convenção cartográfica.

PtolomeuGeografiaMapaGreciaManuscritosVaticanLibrarymath15

PRIMEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO – APOSTILA 1 – Introdução ao estudo cartográfico – págs 1 e 2.

A ciência geográfica como ponto de partida, desde os gregos com seus heróis em aventuras, onde era possível perceber a descrição dos lugares e das culturas; dos romanos como elemento de conquista; dos alemães do século XIX como Humboldt e Ritter como pioneiros da Geografia Moderna e afirmação do novo país Alemanha.

Infelizmente não foi possível continuar nesta semana pois os alunos tiveram uma palestra importante sobre bulling. Mas vamos aproveitar a instalação do projetor na sala para fazer uma apresentação em ppt sobre e assunto.

Surfista de trem em Bangladesh-1

SEGUNDO ANO DO ENSINO MÉDIO – APOSTILA 1 – Dinâmica da população – pags. 2 e 3.

ATENÇÃO: Temos entrega de atividade para quarta-feira!  Veja o que foi solicitado no final da postagem do segundo ano.

A demografia (área da ciência geográfica que estuda a dinâmica populacional humana) será o tema desta primeira apostila.

Afinal, quanto somos neste planeta? Bem, atualmente estamos na casa dos 7 bilhões de pessoas! Como foi dito para os alunos, o planeta pode suportar este e um número maior de pessoas, desde que nós sejamos um pouco mais frugais no consumo dos recursos naturais.

Alguns alunos se espantaram com a população da China (1,3 bilhões) e a Índia (1,1 bilhões) 30% do total. Explicamos que a população mundial iniciou seu salto “geométrico” com o início da Revolução Industrial, pois até então existiam inúmeros limitantes demográficos, como a fome, as epidemias, guerras entre outros (uma simples gripe poderia ser fatal e até mesmo doenças hoje consideradas “inofensivas”). O próprio peso das mulheres influenciava na fertilidade, pois abaixo de determinado peso, o corpo naturalmente impede a ovulação.

Com o controle das doenças e uma melhor alimentação, a população consegue aumentar a sua longevidade  e reprodução. Aproveitamos para atualizar as informações da apostila sobre os dados demográficos dos dez mais populosos países do mundo.

ATIVIDADE

POPULAÇÃO E TAXAS DEMOGRÁFICAS DOS ESTADOS BRASILEIROS

Cada aluno recebeu, através de sorteio, um estado brasileiro. Caso algum aluno não presente nesta semana, por favor, escolha um estado aleatóriamente e traga as seguintes informações:

  1. População absoluta – qual é a população do estado escolhido (uma opção é o site do IBGE);
  2. Taxa de natalidade do estado;
  3. Taxa de fecundidade do estado;
  4. Taxa de mortalidade infantil do estado;
  5. Taxa de mortalidade do estado;
  6. Densidade demográfica do estado (habitantes por kilômetro quadrado – hab/km2);

No trabalho deve constar o ano das referidas taxas (não há necessidade de ser atual);

No trabalho deve constar o endereço do site onde foi retirada as informações;

Os alunos podem enviar até as 23 horas de terça-feira por e-mail ou trazer em uma folha na quarta-feira.

A entrega atrasada incidirá na perda de 3 (três) pontos por dia, sem contar com a correção, fiquem atentos por favor.

expancionismo-alemao-para-aquisicao-do-espaco-vital-primavera-de-19392

TERCEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO – APOSTILA 1 – Frente 1 – Conhecimento do espaço geográfico – pags. 39 e 40???

A apostila do Terceirão é bem resumida para poder abarcar o máximo de informações. Porém, em alguns momentos perde o foco. Por isso, foi produzido uma apresentação em ppt. com informações importantes sobre a ciência geográfica.

O ritmo imposto é um pouco rápido, pois temos apenas duas aulas por semana, o que torna importante que os alunos prestem muita atenção, principalmente nos “toques” sobre o vestibular. Conto com participação de todos.

Lembro que ainda não terminamos, faltando a finalização e aplicação de exercícios, por isso postarei a apresentação na semana que vem. ok!

Até a próxima blogagem…..

domingo, 20 de fevereiro de 2011

BEM-VINDOS ALUNOS AO ANO LETIVO DE 2011

Olá alunos e pais,

Este blog tem por objetivo ser uma ferramenta de comunicação e de continuação das atividades em sala de aula. Por ele é "blogado" (vamos utilizar muito esta palavra no sentido de postagem) os planejamentos, os retornos, as complementações e os exercícios virtuais. Vamos saber o que cada um significa?

PLANEJAMENTOS:

Os planejamentos serão semanais (salvo eventuais problemas de internet ou de computador) e neles constarão:

1. A série ou ano;
2. O período do planejamento (data);
3. A "atenção" em vermelho para evidenciar algo urgente, como um trabalho ou prova durante a semana;
4. Uma imagem relacionada ao tema;
5. O título do tema a ser tratado durante a semana com a sua página na apostila;
6. Os temas numerados em ordem;
7. Os objetivos - o que se quer atingir com os temas;
8. A metodologia - como vamos tratar o tema, com quais ferramentas?
9. A avaliação - Como será avaliado os temas semanais.

Nestes planejamentos semanais registraremos os trabalhos solicitados com todas as informações necessárias, caso o aluno tenha faltado ou (ele) ou os pais queiram tirar dúvidas. Por isso a importância de verificar o blog pelo menos uma vez por semana. Eventualmente, um tema poderá ser tratado por mais de uma semana o que incidirá em sua "blogagem" repetida.

RETORNOS SEMANAIS:

Os retornos semanais servem para registrar o que foi efetivado em sala durante a semana. Eles servem tanto para os alunos que faltaram no período, quanto para os pais acompanharem o que foi aplicado em sala. Os retornos semanais serão blogados entre a sexta-feira e o final do sábado da semana corrente. Neles constarão:

1. O título e a semana corrente;
2. A série ou ano, com o nome da apostila e as páginas trabalhadas;
3. Posicionamento das páginas de exercícios aplicados;
4. Um resumo das aulas da semana e eventuais comentários pertinentes;
5. Alertas para futuras atividades, avaliações ou trabalhos.

COMPLEMENTAÇÕES:

As complementações servem como um auxílio ou finalização de um determinado tema. Baseado no assunto tratado, poderemos deixar informações atualizadas (tiradas dos meios de comunicação, vídeos e outros), ou caso tenha ficado algo pendente em sala. Ela não será semanal surgindo quando necessário.

OS EXERCÍCIOS VIRTUAIS:

Os exercícios virtuais são utilizados para entreter e desafiar os alunos, todavia ele não é semanal. Procuramos deixar blogado dentro das possibilidades de tempo, pois exige um certo período de preparo. Geralmente dedicamos para os alunos do 6 (sexto) e (sétimo) anos, mais curiosos, para eles exercitarem, pois não há possibilidade de avaliar este tipo de atividade.
Para este ano existe o projeto de iniciarmos uma webquest com algumas turmas, mas como disse, tudo depende de tempo e das respostas dos alunos.

PARA FINALIZAR, NO QUE SE REFERE AS AVALIAÇÕES:

Teremos no mínimo quatro notas avaliativas, sendo uma prova semanal, um trabalho, uma prova trimestral e uma nota participativa (esta nota foca no dia-a-dia do aluno, em seu comportamento, sua participação em sala e nos exercícios, entre outros). Isto não quer dizer que não teremos mais notas, entretanto, fica aqui garantido um mínimo de quatro.
Já para os alunos do 9 (nono) até o terceirão, além dessas, existirá a nota do simulado que se baseará nos assuntos tratados naquele momento (quer dizer, todas as cinco questões estarão dentro dos temas estudados na época).

Para pesquisas ou trabalhos virtuais solicitados, é comum de minha parte permitir a entrega por e-mail, pois entendo que isso economiza papel e permite que os alunos sejam criativos, ou até mesmo ousados nas configurações de seus projetos. Fica a ressalva que isto não é obrigatório, pois a entrega em papel é válido, tudo depende do modo como o aluno está acostumado a trabalhar. Para aqueles que enviarem por e-mail será retornado um outro e-mail acusando o recebimento, deixando registrado a entrega.

Por último, como esta é a primeira semana de aula não coloquei a postagem semanal, pois os alunos do ensino médio e fundamental II chegarão em períodos diferenciados e existe todo aquela questão do primeiro dia de aula. Mas fica o compromisso de que os temas tratados nesta semana estarão blogados no retorno da semana.

DESEJO PARA ALUNOS E PAIS QUE ESTE ANO SEJA PROFÍCUO PARA TODOS E QUE POSSAMOS ALCANÇAR NOSSOS OBJETIVOS.

Até a próxima "blogagem"!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ANUAIS DO ENSINO MÉDIO


4.1.: PRIMEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO


          4.1.1. - 1º Trimestre

                    4.1.1.1. Ciência geográfica.
                    4.1.1.2. Origem e movimentos do planeta Terra.
                    4.1.1.3. Orientação no espaço.
                    4.1.1.4. Fusos horários.
                    4.1.1.5. Cartografia.

         4.1.2. - 2º Trimestre

                    4.1.2.1. Litosfera e evolução geológica da Terra.
                    4.1.2.2. Relevo terrestre.
       
         4.1.3. - 3º Trimestre

                    4.1.3.1. Hidrosfera.
                    4.1.3.2. Atmosfera Terrestre.
                    4.1.3.3. Fitogeografia Terrestre.




4.2.: SEGUNDO ANO DO ENSINO MÉDIO

          4.2.1. - 1º Trimestre

                    4.2.1.1. População.
                    4.2.1.2. Espaço Rural.
                    4.2.1.3. Espaço Urbano.

          4.2.2 - 2º Trimestre

                    4.2.2.1. Energia no Mundo e no Brasil.
                    4.2.2.2. Transportes e Telecomunicações no Brasil e no Mundo.
                    4.2.2.3. Comércio Internacional e do Brasil.
                    4.2.2.4. Capitalismo.

          4.2.3 - 3º Trimestre

                    4.2.3.1. Mundo Bipolar e Guerra Fria.
                    4.2.3.2. Nova Ordem Mundial.
                    4.2.3.3. Mundo Sem Fronteiras.
                    4.2.3.4. Formação e Organização do Espaço Brasileiro.
                    4.2.3.5. Geopolítica do Brasil.
                    4.2.3.6. Questões Ambientais.




4.3.: TERCEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO

          4.3.1 - 1º Trimestre
         
                    4.3.1.01. Conhecendo o espaço geográfico.
                    4.3.1.02. Linguagem cartográfica.
                    4.3.1.03. Dinâmica terrestre – do universo às formações geológicas.
                    4.3.1.04. Recursos minerais e energéticos.
                    4.3.1.05. O papel da Geografia na integração nacional.
                    4.3.1.06. Importância da Cartografia.
                    4.3.1.07. Relevo brasileiro e suas paisagens.
                    4.3.1.08. Recursos naturais e energéticos.
                    4.3.1.09. Importância da Geopolítica.
                    4.3.1.10. Fronteiras físicas ou secas?
                    4.3.1.11. Políticas energéticas e futuro.
                    4.3.1.12. Diversas faces da política internacional.

          4.3.2 - 2º Trimestre

                    4.3.2.01. Clima.
                    4.3.2.02. Domínios morfoclimáticos e suas riquezas.
                    4.3.2.03. Água.
                    4.3.2.04. Das cavernas às megalópoles.
                    4.3.2.05. Dinâmica climática no Brasil.
                    4.3.2.06. Domínios morfoclimáticos.
                    4.3.2.07. Diversidade das águas no Brasil.
                    4.3.2.08. Processo de urbanização brasileira.
                    4.3.2.09. Clima e política, o que eles têm em comum?
                    4.3.2.10. Cidades cosmopolitas e questões ambientais.
                    4.3.2.11. Respeitando as diferenças.
                    4.3.2.12. Globalização ou Mundialização.

          4.3.3 - 3º Trimestre

                    4.3.3.01. População – cabe tanta gente no planeta?
                    4.3.3.02. Processo agrícola no mundo.
                    4.3.3.03. Industrialização – dependemos dela?
                    4.3.3.04. Desigualdades socioambientais e econômicas.
                    4.3.3.05. População brasileira e suas características.
                    4.3.3.06. Sistema agrícola no Brasil.
                    4.3.3.07. Dinâmica industrial brasileira.
                    4.3.3.08. Papel do Brasil nas dinâmicas mundiais.
                    4.3.3.09. Economia globalizada – fluxos do comércio global.
                    4.3.3.10. Blocos econômicos e a nova ordem mundial.
                    4.3.3.11. Papel da Guerra Fria na configuração mundial atual.
                    4.3.3.12. Configurações sociais e políticas –quais são as suas relações?

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ANUAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL MATUTINO



4.1.: 6° ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL MATUTINO


          4.1.1 - 1º Trimestre

                    4.1.1.1. Composição de Uma Paisagem.
                    4.1.1.2. Viagem pelo Espaço.
                    4.1.1.3. Mapas: Auxilio aos Navegantes.
                    4.1.1.4. Grandes Transformações.

          4.1.2 - 2º Trimestre

                    4.1.2.1. A Força da Natureza.
                    4.1.2.2. Terra: Planeta Água.
                    4.1.2.3. Atmosfera Terrestre.
                    4.1.2.4. O Ar em Movimento.

          4.1.3 - 3º Trimestre

                    4.1.3.1. Influência do Clima na Vegetação.
                    4.1.3.2. Espaço Rural.
                    4.1.3.3. Espaço Urbano.
                    4.1.3.4. Atividades Econômicas no Espaço Urbano.




4.2.: 7° ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL MATUTINO

          4.2.1 - 1º Trimestre

                    4.2.1.1. Representação do Espaço Brasileiro.
                    4.2.1.2. Divisão do Território Brasileiro: Proposta (IBGE - Geoeconômica).
                    4.2.1.3. Distribuição Populacional.
                    4.2.1.4. Formação do Povo Brasileiro.

          4.2.2 - 2º Trimestre

                    4.2.2.1. Formas do Relevo Brasileiro.
                    4.2.2.2. Hidrografia Brasileira.
                    4.2.2.3. Tipos Climáticos e Cobertura Vegetal do Brasil.
                    4.2.2.4. Agronegócios no Brasil.
                    4.2.2.5. Relações de Interdependência Socioeconômica (campo/cidade).

          4.2.3 - 3º Trimestre

                    4.2.3.1. Dinâmica Industrial no Brasil.
                    4.2.3.2. Os Indicadores Socioeconômicos e políticos do Brasil.
                    4.2.3.3. Urbanização.
                    4.2.3.4. Fluxos de Pessoas e Mercadorias.
                    4.2.3.5. Recursos Energéticos.




4.3.: 8° ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL MATUTINO

          4.3.1 - 1º Trimestre

                    4.3.1.1. Subdivisão Física e Histórica dos Continentes.
                    4.3.1.2. Subdivisão Econômica dos Continentes.
                    4.3.1.3. Globalização.
                    4.3.1.4. Continente Europeu.

          4.3.2 - 2º Trimestre

                    4.3.2.1. Aspectos Econômicos e Sociais da Europa.
                    4.3.2.2. Rússia.
                    4.3.2.3. Espaço Asiático.
                    4.3.2.4. Aspectos Populacionais da Ásia.

          4.3.3 - 3º Trimestre

                    4.3.3.1. China e Índia.
                    4.3.3.2. Aspectos Econômicos da Ásia.
                    4.3.3.3. Aspectos Socioeconômicos e Políticos (Tigres Asiáticos – Japão).
                    4.3.3.4. Aspectos Socioeconômicos e Políticos do Oriente Médio.




4.4.: 9° ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL MATUTINO

          4.4.1 - 1º Trimestre

                    4.4.1.1. Aspectos Físicos e Econômicos da América.
                    4.4.1.2. Estados Unidos da América: Aspectos Físicos.
                    4.4.1.3. Estados Unidos da América: Aspectos Populacionais.
                    4.4.1.4. Estados Unidos da América: Aspectos Econômicos e Sociais.
                    4.4.1.5. Canadá: Aspectos Físicos, Econômicos e Sociais.

          4.4.2 - 2º Trimestre

                    4.4.2.1. América Latina: O Caso do México.
                    4.4.2.2. América Central: Aspectos Físicos, Populacionais e Socioeconômicos.
                    4.4.2.3. América do Sul: Aspectos Físicos, Populacionais e Socioeconômicos.
                    4.4.2.4. Continente Africano: Aspectos Físicos.
                    4.4.2.5. Continente Africano: Aspectos Históricos.

          4.4.3 - 3º Trimestre

                    4.4.3.1. Continente Africano: Aspectos Populacionais e Indicadores Sociais.
                    4.4.3.2. Continente Africano: Contrastes Regionais.
                    4.4.3.3. Oceania: Aspectos Físicos, Populacionais e Econômicos.
                    4.4.3.4. Os Fluxos de Bens, Serviços, Informações e Pessoas na Globalização.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

………………………VOLTA ÀS AULAS…….………………..

 

NA VOLTA ÀS AULAS, TEENS RELUTAM EM LARGAR A INTERNET E IR PARA A CAMA

URI DE CASTRO TÔRRES – FONTE: FOLHA DE SÃO PAULO.

Com poucas variações, a história é a mesma. "Pareço um zumbi", "É difícil voltar à rotina", "Dormia às 5h e acordava às 13h" etc. É, voltar ao ritmo escolar, com intermináveis aulas que começam antes das 8h, enquanto o dia brilha lá fora e sua cama chama, não é mole. Mas quem são os inimigos da rotina saudável de sono dos teens? A resposta é fácil: a internet, o celular e, é claro, a internet no celular.

"Essa geração está cada vez mais conectada", diz Silvana Leporace, coordenadora de orientação educacional do colégio Dante Alighieri. "Dormem com o celular ao lado e ficam trocando mensagens com os amigos." Para Cristiano Nabuco, coordenador do programa de dependentes de internet do Instituto de Psiquiatria da USP, "os adolescentes espirram do controle dos pais." "Eles não dormem, a internet é um apelo muito forte."

Segundo Silvana, isso atrapalha o aprendizado, pois a fixação do conteúdo ocorre durante o sono.
Matheus Monteiro, 17, de Santos (SP), por exemplo, é um madrugador confesso. "Nas férias, ia até as 6h fácil, fácil", conta. Como é professor de informática, o garoto passa horas fuçando novas ferramentas on-line.
Como agora tem de pular da cama às 6h30 da madrugada, demora a acordar "de verdade". É a mesma situação de Guilherme Bighetti, 16, de São Paulo, que "zumbiza" durante as primeiras aulas do dia. "Tenho que jogar água gelada na cara." A técnica para disfarçar as olheiras é a maquiagem, e a estratégia para espantar os bocejos é música alta no caminho para a escola. Ainda assim, eles dificilmente escapam de um cochilo em aula.

Também é comum tentar compensar, aos sábados e domingos, as horas de sono perdidas. É quando os teens "hibernam". Stefanie Egedy, 15, dorme até depois do almoço. "Vale a pena", atesta. "Sento em frente ao computador e esqueço da vida, nem vejo o tempo passar", diz Brenda Amanda, 16. A impressão do tempo "voar" faz sentido do ponto de vista científico. Segundo Nabuco, o córtex pré-frontal, parte do cérebro que controla os impulsos e é sede da razão e do conhecimento, ainda não é totalmente desenvolvido nos adolescentes. Por isso, de acordo com o médico, é mais difícil saber a hora de desconectar e ir contar carneirinhos para dormir no mundo real.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

ECOSSISTEMA MARINHO, AÇÃOANTRÓPICA ………………………………..LIXO…….………………..……….

 

Fonte: Leituras da História

Lixo á vista!
Sopão plástico forma densa ilha de resíduos no Pacifico Norte e a culpa é da própria Humanidade
Por Morgana Gomes

Foto: epubblica.it

Praia repleta de lixo plástico após um dia de ressaca

Entre outros produtos criados pelo homem, o plástico que é encontrado em lugares pouco comuns, faz parte da revolução do mundo moderno. Mas, apesar desse aspecto, quando ele é constituído por material polimérico-sintético, que não se biodegrada, seus pedaços apenas se desintegram em pequenos fragmentos, que conservam os polímeros (compostos químicos que contêm elementos tóxicos) em proporção relativa e quantidade absoluta que, por sua vez, contaminam o meio-ambiente. Talvez, essa informação seja nova, mas todos nós sabemos que grandes quantidades de resíduos, provenientes de centros urbanos, chegam aos oceanos diariamente. Para constatar essa informação, basta caminhar por uma praia após um dia de ressaca e observar o lixo acumulado na areia. No entanto, quando os resíduos não são expelidos pelo mar, eles bóiam de acordo com as correntes marítimas, se aglomeram e formam uma enorme camada flutuante, principalmente de plástico, que funciona como uma esponja que concentra grande quantidade de Poluentes Orgânicos Persistentes de (POPs), caso da Grande Mancha de Lixo do Pacífico Norte que interfere no ecossistema, pois qualquer peixe ou animal marinho que se alimenta na região, ingere altos índices de toxinas que, de forma direta ou indireta, também acabam sendo introduzidos na cadeia alimentar humana.

Aglomerado de lixo visto de dentro do oceano


Em 1997, após participar da Transpacific Yacht Race (regata entre Los Angeles e Havaí), ao retornar para o sul da Califórnia por uma área pouco navegável, onde faltam ventos e correntes marítimas, o oceanógrafo Charles J. Moore e sua tripulação confirmaram a existência de uma Grande Mancha de Lixo no Pacífico, já prevista em 1988 pelo órgão norte-americano National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), a partir dos resultados obtidos por pesquisadores que, entre 1985 e 1988, mediram os neustônicoplasticos (agregações não-organismal flutuante) existentes no oceano. Embora Moore tenha avistado um grande campo de destroços, formado por pedaços de redes, garrafas, tampas, bolas, bonecas, patos de borracha, tênis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas e demais tipos de plástico, em diferentes estados de conservação, o problema é bem maior, porque o lixão marítimo é constituído, principalmente, por partículas não visíveis a olho nu, que também não podem ser captadas por fotografias de satélite. Pesquisadores estimam que cerca de 80% desse sopão é resultante de aterros sanitários e de despejos de resíduos, realizados por países banhados pelo mar. Já os 20% restantes provêm de navios comerciais. Todo esse material que flutua à deriva entre a Califórnia (EUA) e o Japão, alcança um ponto próximo ao noroeste da Austrália, região do chamado Giro do Pacífico Norte, onde se dá a convergência de quatro grandes correntes marítimas de movimento lento, que atrai e possibilita o acúmulo de plástico que, aos poucos, devido à ação do sol e dos ventos, se desintegra em pequenos fragmentos que, por sua vez, permanecem flutuando, numa espécie de redemoinho condensado de tamanho indeterminado, mas de grande proporção, que já chegou a ser comparado ao dobro do território norte-americano do Texas.

 

Foto: Wikimedia Commons / sfcitizen.com

 

Pássaro marinho tenta se alimentar de uma garrafa plástica (ao lado)

Com pouco fitoplâncton disponível, animais marinhos ingerem pedaços de plástico e se intoxicam (abaixo)

Albatroz em decomposição, com pedaço de plástico em perfeito estado, sobre o que seria seu estômago (direita)

 

Como a Grande Mancha de Lixo do Pacifico Norte vem se formando desde que o plástico passou a ser utilizado pelo homem, pedaços do material que ainda não se desintegraram, se concentram na coluna de água superior, enquanto pequenos fragmentos e minúsculas partículas ficam, parcialmente, submergidos na base do redemoinho de resíduos. Esse amontoado de lixo atrai peixes, aves e animais marinhos que acabam se alimentando de uma boa concentração de polímeros porque, segundo estudos realizados por diversos pesquisadores, incluindo o próprio Moore, há seis vezes mais plástico nessa parte do oceano do que fitoplâncton, que é a base da cadeia alimentar marinha. Em consequência, pelo menos 267 espécies marinhas que habitam o Giro do Pacífico Norte são afetadas de um modo ou outro pelos detritos plásticos. Esse fato já foi averiguado e comprovado por pesquisadores do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente que, ainda concluíram que o impacto devastador da ação humana sobre os oceanos é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinhas, sem contar tartarugas, tubarões e centenas de espécies de peixes que, ao ingerirem resíduos plásticos, quando não se sufocam com os maiores pedaços, passam a sofrer de perturbações hormonais, orgânicas e até estruturais. Diante desse quadro, considerando que os vestígios deixados pelos homens sempre revelaram a história da Humanidade, fica uma pergunta que visa à reflexão: o que será contado sobre nós daqui a alguns séculos?

Foto: green-living.families.com

O rejeito colorido custa muito a degradar

 

Sobre a designação “ilha” de lixo

Considerando que há cinco grandes giros subtropicais nos oceanos Pacífico Norte, Pacífico Sul, Atlântico Norte, Atlântico Sul e Índico, é quase certo que novas zonas de acúmulo de resíduos plástico surgirão nos próximos anos, tanto que já foi constatado que há indícios de uma nova formação no Oceano Indico. Contudo, chamar tais concentrações de lixo plástico de “ilha”, não é a forma mais correta de se referir ao evento. Essa designação foi cunhada apenas para chamar a atenção da grande massa. As manchas de lixo deveriam ser nomeadas de sopão plástico porque, na verdade, os resíduos não se condensam; eles somente se fragmentam e se acumulam, devido à atração exercida pelos giros, porém permanecem espalhados uma espécie de concentração que, por vez, fica presa as correntes em forma de redemoinho. Se, realmente, eles formassem ilhas, mesmo que a um alto custo, seria possível limpar os oceanos. Por enquanto, a melhor forma de minimizar o problema, é o descarte correto do lixo plástico - de preferência longe das margens dos rios, dos mangues e até do mar -, a reciclagem do material em alta escala, a substituição gradativa do mesmo e até o simples recolhimento dos destroços que chegam à praia, para evitar a volta dos resíduos ao mar.

Foto: Google Earth

Mapa dos cinco grandes giros subtropicais dos oceanos

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

………….Amazônia, Secas, Emissão de CO2……………

 

São Paulo, sexta-feira, 04 de fevereiro de 2011 – Folha de São Paulo - Ciência

Amazônia teve pior seca em cem anos. Árvores mortas pela seca de 2010 podem liberar quantidade de CO2 semelhante às emissões dos EUA, diz estudo. Até agora, seca de 2005 tinha sido a pior; 

SABINE RIGHETTI
DE SÃO PAULO

ESTIAGEM/PAR¡


A seca de 2010 da Amazônia foi a pior dos últimos cem anos. E a quantidade de CO2 emitido pelas árvores mortas pode ser parecida com as emissões dos EUA. As constatações são de estudiosos britânicos (da Universidade de Leeds) e brasileiros, do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia). Eles publicaram um artigo na revista "Science". O grupo de pesquisadores, liderado pelo britânico Simon Lewis, mostrou que a seca de 2010 foi mais intensa e afetou uma área maior que a estiagem de 2005 -até então considerada recorde em várias décadas. No ano passado, uma área de 3 milhões km2 foi atingida pela estiagem, contra 1,9 milhão km2 em 2005. Os cientistas fizeram um cálculo do desvio da média de chuvas comuns nas estações secas da Amazônia (chamado de desvio padrão). "A intensidade da seca foi maior em 2010 em relação à média", explica o biólogo Paulo Brando, do Ipam, um dos autores do trabalho.

Rio Negro


A segunda parte do estudo, explica ele, verificou quais as consequências dessa seca do ponto de vista dos estoques de carbono. Aí vem a outra má notícia: com as secas, a floresta emitirá mais CO2 do que absorverá. Os pesquisadores relacionaram os dados de seca de 2010 com o crescimento das árvores (a partir de dados de campo coletados em 2005). A conclusão foi que a seca do ano passado pode emitir 5 bilhões de toneladas de CO2 para a atmosfera em 2010 e nos próximos anos. Isso não acontece de uma vez, já que a decomposição das árvores mortas é um processo lento. Para se ter uma ideia do que isso significa: a emissão da queima de combustíveis fósseis dos EUA é de 5,4 bilhões de toneladas por ano. Em condições "normais", estima-se que a Amazônia absorva 1,5 bilhão de toneladas de CO2 da atmosfera.

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"A seca de 2010 talvez tenha matado as árvores que já estavam vulneráveis por causa de 2005", explica Brando. "Pode ser que a floresta se recupere, mas ainda não fomos para campo medir. Ainda temos muito trabalho de campo pela frente", diz. Para o climatologista José Marengo, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), é preciso analisar os dados com cuidado.
"Reduzimos o desmatamento em cinco anos, mas um fenômeno natural deixou nossa absorção de CO2 na estaca zero. Se esses cálculos não forem bem interpretados, poderão ser usados a favor do desmatamento", diz. Marengo e sua equipe já mostraram que a seca de 2010 reduziu mais os níveis dos rios amazônicos que a estiagem anterior, de 2005.

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